
Sozinha, apressada, olhando a profusão de incógnitas sóbrias que proferem palavras de aconchego na hora do meu almoço.
Joga a pluma fora, pois a ideia quer passar.
Não é para ser plena e bela, mas deve falar a corações famintos pela inteligência que ainda não foi alcançada.
Inventariei minha cor e minha outra forma: mais que perfeita, mais que intensa, porém, tão inútil quanto um prato vazio na hora da fome.
palavras e foto: bia.
Como nos velhos tempos...
ResponderExcluirsaudade..
"Mate a saudade" o quanto quiser, meu caro...estou aqui!
ResponderExcluirbjos, lindo!
te adoro, mio amico!